O "novo" Código Florestal: tensões e estratégias de interpelações discursivas
Resumo
O presente artigo faz uma incursão nos elementos constitutivos e
nas tensões oriundas do novo Código Florestal, proposto pelo relator do
projeto e membro da base aliada do atual governo, deputado federal Aldo
Rebelo (PCdoB-SP). Para a execução dessa tarefa, são mapeados e
analisados os discursos proferidos pelos atores constituintes de
diferentes lugares sociais e representantes de matrizes ideológicas que
se chocam, se complementam ou mesmo, associam em relação às medidas
propostas de mudança do Código Florestal de 1965. Entre as medidas
polêmicas previstas pelo “novo” Código Florestal está a anistia ao
intenso desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além das modificações nos
critérios de definição das áreas de preservação permanente (APP’s),
tornando-os mais permissivos ao interesses produtivos. O presente artigo
faz uma incursão nos elementos constitutivos e nas tensões oriundas do
novo Código Florestal, proposto pelo relator do projeto e membro da base
aliada do atual governo, deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Para a
execução dessa tarefa, são mapeados e analisados os discursos
proferidos pelos atores constituintes de diferentes lugares sociais e
representantes de matrizes ideológicas que se chocam, se complementam ou
mesmo, associam em relação às medidas propostas de mudança do Código
Florestal de 1965. Entre as medidas polêmicas previstas pelo “novo”
Código Florestal está a anistia ao intenso desmatamento na Amazônia e no
Cerrado, além das modificações nos critérios de definição das áreas de
preservação permanente (APP’s), tornando-os mais permissivos ao
interesses produtivos.
Palavras-chave
Código Florestal; Ideologia; Tensão; Discurso; Interpelação
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GEOgrafias: uma publicação do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia - IGC/UFMG