O "novo" Código Florestal: tensões e estratégias de interpelações discursivas

Leonardo Caetano Miranda

Resumo


O presente artigo faz uma incursão nos elementos constitutivos e nas tensões oriundas do novo Código Florestal, proposto pelo relator do projeto e membro da base aliada do atual governo, deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Para a execução dessa tarefa, são mapeados e analisados os discursos proferidos pelos atores constituintes de diferentes lugares sociais e representantes de matrizes ideológicas que se chocam, se complementam ou mesmo, associam em relação às medidas propostas de mudança do Código Florestal de 1965. Entre as medidas polêmicas previstas pelo “novo” Código Florestal está a anistia ao intenso desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além das modificações nos critérios de definição das áreas de preservação permanente (APP’s), tornando-os mais permissivos ao interesses produtivos. O presente artigo faz uma incursão nos elementos constitutivos e nas tensões oriundas do novo Código Florestal, proposto pelo relator do projeto e membro da base aliada do atual governo, deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Para a execução dessa tarefa, são mapeados e analisados os discursos proferidos pelos atores constituintes de diferentes lugares sociais e representantes de matrizes ideológicas que se chocam, se complementam ou mesmo, associam em relação às medidas propostas de mudança do Código Florestal de 1965. Entre as medidas polêmicas previstas pelo “novo” Código Florestal está a anistia ao intenso desmatamento na Amazônia e no Cerrado, além das modificações nos critérios de definição das áreas de preservação permanente (APP’s), tornando-os mais permissivos ao interesses produtivos.

Palavras-chave


Código Florestal; Ideologia; Tensão; Discurso; Interpelação

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GEOgrafias: uma publicação do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia - IGC/UFMG