Representações imagéticas de Currais Novos/RN (1950 a 1980)
Resumo
A paisagem imagética/fotográfica constitui-se na reunião de formas visíveis em uma superfície fotossensível que, associadas, produzem sentido. A escolha do ângulo, do enquadramento, da perspectiva, da seleção dos elementos que figuram no quadro etc., compõe a construção/interpretação da paisagem, de modo que, na lógica da imagem, condensam-se sentidos múltiplos, acionados por uma compreensão hermenêutica do olhar. A idéia de ato fotográfico (DUBOIS, 1993) e seus desdobramentos, aparecem como alternativas de analisar a natureza da paisagem imagética, segundo um processo de interpretações sucessivas, que vai desde a captação/significação da paisagem “concreta” pelo fotógrafo à significação da paisagem imagética pelo espectador. Diante disso, lançamos uma leitura sobre as paisagens urbanas de Currais Novos, a partir das fotografias captadas por Raimundo Bezerra entre 1950 a 1980, buscando problematizar como os discursos de modernidade participam da elaboração dessas paisagens.
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