Evolução da fronteira agrícola no centro-oeste do Mato Grosso

Messias Modesto dos Passos, Vincent Dubreuil, Robert Bariou

Resumo


No centro-oeste do Mato Grosso, a colonização agrícola se
organizou nos anos 60 seguindo um modelo de desenvolvimento ilustrado pelos municípios de Tangará da Serra, Diamantino e Campo Novo do Parecis. Em 1966, a colonizadora SITA (Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura) deu início a colonização efetiva de Tangará da Serra e a implantação dos primeiros colonos. É a época dos cafezais: 3 a 4 milhões de pés plantados nas pequenas propriedades. Logo, as pastagens substituem o café, cuja espécie não era bem adaptada à região. A partir de 1970-75, as grandes firmas multinacionais se implantam no centro-oeste do Mato Grosso: fazendas de pecuária em Tangará da Serra; latifúndios com produção mista pecuária/culturas comerciais na Chapada dos Parecis, no norte do município de Tangará e nos municípios de Diamantino e Campo Novo. A interpretação das imagens de satélite mostra como as paisagens rurais se prestam como indicadores da evolução da colonização
agrícola na região.


Palavras-chave


Colonização agrícola; Amazônia; Frente pioneira; Colonization; Amazonia; Pioneer front

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Geosul, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. eISSN 2177-5230

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